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O que 2020 me ensinou?
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Oi pessoal tudo bem?
Quanto tempo que não venho aqui, confesso que andei um pouco desmotivada,
estava com bloqueio de ideias e alguns conflitos pes...
Há 4 anos
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Lu Piras com seu novo trabalho. |
Quando Clara Abravanel Chevalier conheceu seu anjo da guarda, ela pensou que estaria protegida. Clara está decidida a assumir o namoro com seu anjo da guarda, Nate, aceitando que ele abdique de sua imortalidade por ela. Mas antes de cair e tornar-se humano para ficar ao lado de sua amada, Nate precisa enfrentar os fantasmas de um passado que não deveria existir para os seres celestiais e que, ao existir para ele, repete-se como uma profecia.
Chantageada por Abaddon, Clara descobre que além de envolvida na profecia sobre a misteriosa e triste história de Nate, possui a missão secreta de proteger textos apócrifos que contêm as revelações do Armageddon, os pergaminhos de Girona.
A fim de impedir que seu relacionamento com Nate chegue ao conhecimento das autoridades celestiais, Clara viaja até a cidade de Girona, na Espanha, onde é forçada a decidir entre submeter os pergaminhos às mãos de Abaddon e assistir à humanidade escravizar-se aos renegados ou resgatar Nate de um passado que o condena e de um futuro que poderá excluí-lo de sua vida para sempre.
Sinopse:
Depois de perder a mãe em um acidente no mar, Eureka acha que nunca mais voltará a sorrir. E a promessa que fez à mãe – a de nunca mais chorar – se torna quase impossível… até conhecer Ander. Louro, alto e de pele muito branca, o rapaz parece estar em todos os lugares e saber coisas que não deveria sobre Eureka. Inclusive um estranho segredo relacionado às suas lágrimas e aos três artefatos que herdou da mãe: uma carta, uma pedra e um misterioso livro que conta a história de uma menina com o coração partido. Ela chorou tanto que deixou debaixo d´água um continente inteiro. Logo Eureka vai descobrir que a antiga lenda é mais que uma história, que Ander pode estar dizendo a verdade e que sua vida pode ter um curso mais sombrio do que ela imaginou.
— Nunca, jamais volte a chorar...
"Motherless children have a hard time when their mother's dead"
(Crianças sem mãe passam por tempos difíceis quando a mãe está morta)
Mesmo em uma democracia, não é incomum observar, com olhos mais atentos, manifestações ideológicas do autoritarismo no Brasil. Elas estiveram presentes no país, entre outros momentos, na ação integralista dos anos 1930, na luta pela redemocratização cinco décadas depois, no arcaísmo fora de moda dos anos 1990 – e hoje surgem de forma mais sofisticada nas relações de poder, apesar dos quase 30 anos do fim do último regime ditatorial.Este segundo volume da coleção Escritos de Marilena Chaui chega em hora propícia, logo quando o país se surpreende com inúmeras manifestações massivas, intimamente vinculadas ao evidente autoritarismo da política brasileira. Estão reunidos aqui artigos publicados em livros, revistas e jornais nas décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000, que oferecem ao leitor uma consistente análise das diversas manifestações ideológicas do autoritarismo já ocorridas e ainda presentes no país, tendo como pano de fundo o contexto dessas décadas.O leitor encontrará nestes textos motivações para investigar as origens do autoritarismo brasileiro e criticar as suas manifestações atuais. Observadora atenta das lutas sociais na sociedade de classes desde a década de 1970, Marilena Chaui oferece aqui um instrumental crítico que compreende desde a visão autoritária das elites dominantes até sua atuação na conformação do Estado.O livro traz, portanto, questões de fundo da ideologia e do autoritarismo nativo, em um rico conjunto de textos de cunho eminentemente político e que reforçam o fortalecimento, ainda necessário, da democracia brasileira.
Eu esperava manter esse segredo por um tempo um pouco maior, pois ser Robert Galbraith tem sido uma experiência libertadora. Tem sido incrível publicar sem hype ou expectativa e pelo puro prazer de ter um retorno sob um nome diferente.