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23 de janeiro de 2014

Os perfumes de Carla Pachêco.

Sobre...
 
A autora:
- Carla Suzane Góes Pacheco, 39 anos.
- É “carioca da gema”, mas está morando em Maceió-AL, a cidade considerada “O Paraíso das Águas”.
- Assina seus livros como Carla Pachêco.
 
Sou carioca da gema, tenho alma de carioca, pois como alguns dizem por aí, ser carioca é um pouco mais que isso, é um estado de espírito. Meus pais se separaram quando eu era bem pequena, e na minha adolescência, me mudei com minha mãe para Maceió. Com apenas três anos de idade comecei a dizer que quando crescesse eu iria ser médica, e cá estou eu, anos depois, atuando como médica Intensivista (especializada no cuidado ao paciente crítico). Sou médica, a medicina sempre foi o meu foco, mas amo escrever e viajar, então, por que não?  
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Blogs: 
 
 
Book Trailer
 


Entrevista
 
1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.
Não. Fiz parceira com 14 (quatorze) blogs literários, e já concedi entrevista para 3 (três) deles. Os blogs literários são uma excelente plataforma de divulgação para as nossas obras, e para os leitores, um excelente meio de conhecer os mais diversos gêneros textuais, com o diferencial de poderem curtir as “resenhas” e interagir com blogueiros e autores.  
2.  Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
Escrevo desde pequena, mas sempre encarei a escrita como hobby. De um tempo para cá, a vontade de escrever e de compartilhar isso com as pessoas foi ficando cada vez mais forte e a viagem para NYC acabou servindo de estopim para o meu ingresso no universo literário.
3.  Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas você procurou abordar?
PERFUME DE HOTEL – NOVA IORQUE é o meu primeiro livro. Esta obra é um misto de relatos das minhas experiências em Nova Iorque, minhas sensações, com outras histórias que falam um pouco mais de mim, da minha percepção do mundo, mas, sobretudo, do prazer de sentir o aroma de cada lugar.
Sinopse:
 
Quem não ama um bom perfume? O perfume imprime o resultado da combinação entre a essência e a nossa pele, e é isto que dá o toque final a cada fragrância, que deixa no ar uma memória sem par de nós, e desperta para cada um diferentes sensações. PERFUME DE HOTEL - NOVA IORQUE traz em suas notas as impressões únicas e o aroma de cada lugar na visão da autora, que traduz de maneira deliciosa, leve, bem humorada, e rica em detalhes, os prazeres e descobertas dessa magia que é viajar, para quem gosta de conforto e sofisticação, mas sabe desfrutar dos pequenos prazeres, aprecia os detalhes, e se entrega as emoções de viver e partilhar recordações. Você não vai resistir ao poder do perfume!
 
 
 

19 de janeiro de 2014

Marcele Cambeses e a "Sinfonia" do "Destino Trocado".

Sobre...
A autora:
- Marcele Cambeses, 22 anos.
- Reside em Rio de Janeiro - RJ
- Assina seus livros como Marcele Cambeses
 
Sou uma carioca fanática por gatos, nasci em 12 de março de 1991 e, como prova de que ninguém se conhece por completo, estou prestes a concretizar um sonho de vida que não mais me satisfaz: me formar em Direito. Como podem perceber, sou jurista totalmente a contragosto e, hoje, escritora amadora com convicção. Acredito na Literatura como um instrumento para a transmissão de boas mensagens, sou apaixonada pelas metáforas e por visões de mundo inovadoras. Sonho em ser útil através das minhas palavras.
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Entrevista

1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.
Não. Desde a época em que decidi divulgar a minha história nas comunidades de webnovelas, já dei algumas entrevistas virtuais. A mais recente foi para uma matéria da Universidade Veiga de Almeida sobre livros saídos da internet.

2. Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
Eu escrevo versinhos bobos desde a primeira série primária. Meus pais até chegaram a me dar um caderninho para que eu escrevesse as minhas poesias, músicas e paródias. Apesar de isso ser um indício de que eu demonstraria alguma veia literária no futuro, sempre encarei a escrita como um hobby e concentrei as minhas energias em conseguir uma vaga para cursar Direito. Foi no meu vestibular que tudo mudou. Eu fiquei tão maluca com as maratonas de estudo que, do nada, comecei a me distrair com um documento velho que eu tinha no computador (e que eu odiava, vê se pode!). E, de tanto me verem entretida com isso, minhas amigas de escola começaram a acompanhar avidamente a trama em execução. Assim, surgiu o Sinfonia, num surto. Quando eu vi, tinha escrito o primeiro volume de uma série e mudado a minha vida no sentido de ser reapresentada a mim mesma a cada parágrafo que eu rabiscava. Hoje, é a literatura que me preenche a alma enquanto, por ironia, o meu sonho jurídico na Uerj se demonstrou um e-nor-me equívoco. Vai entender essas trapaças da vida...

3.  Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas você procurou abordar?
Por enquanto, só escrevi esse monstrinho de mais de 700 páginas, o Sinfonia. Já tenho toda a série idealizada na cabeça e, no momento, está em execução o primeiro spin-off dela. Os temas, no geral, formam uma salada de gêneros. Tenho projetos fantásticos e policiais para o futuro, mas, na Destino Trocado, que é New Adult, gosto de abordar assuntos mais cotidianos: a faculdade, os primeiros estágios, o convívio entre as pessoas, a aceitação do outro e de si mesmo, a homossexualidade, o amor, as amizades sinceras e as sugestivas, os estereótipos, enfim, todo esse material tão rico que a própria vida em sociedade nos proporciona. Aliás, há um “cheiro” de sobrenatural na DT também, mas até isso será visto da forma mais próxima possível da realidade, apesar de esta ser, de alguma maneira, um conceito subjetivo. O cerne de tudo é o amadurecimento perante as adversidades.

Sinopse:

Após o estressante vestibular, Naty, uma menina meiga e um tanto incomum, se depara com um universo completamente novo ao ingressar na Escola de Ensino Superior Fluminense. Contudo, em um lugar onde diversidade é a palavra de ordem, conseguiria ela manter seus ideais e sobreviver à nova selva? Para tanto, conta com a ajuda de dois grandes amigos: Dan, um calouro muito carismático e divertido, que entra para mexer com todos os seus conceitos, e Babi, veterana capaz de fazer até o mais conservador se soltar e cair na festa. Sob a ótica gradativa de um narrador oculto, Sinfonia mostra as aventuras desse trio e outras cinco personagens durante os dois primeiros anos de convívio, morando na universidade.

17 de janeiro de 2014

[Entrevista] Até que Graciela Mayrink nos encontrasse...

Olá! Mais uma entrevista cedida para o blog, de uma autora que já está no mercado há três anos: Graciela Mayrink. Seu romance de estreia se chama "Até Eu Te Encontrar" e conta a história de uma garota que após uma decepção pela falta de "correspondência" do melhor amigo decide trazer para si sua alma gêmea. Interessante não é? 
Vamos ver então o que mais a Graciela disse sobre sua carreira, suas inspirações e sobre o livro.


Sobre...


A autora:
- Graciela Mayrink Roldão, 38 anos.
- Reside no Rio de Janeiro - RJ
- Pseudônimo: Graciela Mayrink

- Links de páginas ou site para seguir:
Twitter: @gracielamayrink
Instagram: gracielamayrink






Entrevista 

1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.
Não, já dei várias entrevistas para blogs, desde que meu livro foi lançado, na primeira tiragem, em 2011.

2. Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
Eu apenas queria colocar o que estava dentro da minha cabeça no papel. Minha mente sempre foi muito agitada, sempre tive muitas ideias e se elas ficassem o tempo todo dentro da cabeça, ia endoidar (risos). Comecei a escrever como terapia mesmo, era um hobby que foi ficando sério até virar meu trabalho.

3.  Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas você procurou abordar?
Lançado só tenho um, por enquanto. Meu segundo livro sai este ano e já estou escrevendo o terceiro com ideia para mais alguns. Meu romance de estreia é o Até Eu te Encontrar, que lancei com uma pequena tiragem em 2011 e fez tanto sucesso que a Novo Conceito decidiu relançar em 2013. É um romance que acontece em Viçosa (MG), se passa na universidade de lá, com uma turma de amigos bem legais que estão sempre dispostos a ajudar uns aos outros. Meus livros são sempre romances, com foco nas paixões dos jovens e na amizade, são histórias normais que poderiam ser reais, com muitos diálogos.

Sinopse: 
O quanto uma mudança de cidade pode afetar uma vida? Você acredita em alma gêmea? Como você se sentiria se não gostasse do grande amor da sua vida? É o que Flávia vai descobrir ao deixar Lavras, onde mora com os tios desde o acidente que matou seus pais, quando era criança. Aos dezoito anos, ela decide estudar Agronomia na Universidade Federal de Viçosa, trocando o sul de Minas pela Zona da Mata do mesmo Estado na esperança de uma "mudança de ares". Em sua nova vida, ela conhece Sônia, amiga de infância de sua mãe e agora sua vizinha, que lhe conta a história de sua família materna, até então desconhecida para Flávia. Embora o passado não seja sua maior preocupação, Flávia reluta em aceitar seu destino e ainda precisa superar uma paixão não correspondida pelo seu melhor amigo. Para se ver livre dessa rejeição, ela tenta atrair sua alma gêmea para Viçosa e descobre que o grande amor de sua vida é uma pessoa que ela não suporta.

15 de janeiro de 2014

Graciele Ruiz nos apresenta ''O Senhor da Luz''.

A autora abaixo é nossa mais nova parceira do BL, em breve teremos a resenha do seu livro aqui no blog! Mas enquanto isso não acontece, que tal dar uma bisbilhotada em quem é a Graciele e sobre o que se trata o livro "O Senhor da Luz".


Sobre...

A autora:
- Graciele Fernanda Ruiz Gonçalves, 22 anos;
- Reside em Campinas - SP;
- Pseudônimo: Graciele Ruiz.

GRACIELE RUIZ nasceu em 1991, em Campinas, São Paulo, onde vive até hoje com seus pais e o irmão caçula. Dona de uma criatividade brilhante, Graciele sempre foi sonhadora. Quis ser cantora, modelo e até atriz, mas foram os livros que a cativaram. Ainda no Ensino Médio (2007), começou a escrever “O Senhor da Luz” e criar seus primeiros personagens. Bacharel em Ciências Econômicas e atuante na área, Graciele ainda encontra tempo para continuar a escrever as aventuras de Lícia pelo mundo de Datahriun, sempre motivada pela magia e o poder dos livros.


- Links de páginas ou blogs para seguir:

Twitter: @GracieleRuiz


Entrevista

1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.
Não, é a segunda.

2. Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
     Meus pais sempre me incentivaram a ler. Eu me lembro de quando tinha 6 anos, ganhei um livro que chamava "Um Tesouro de Conto de Fadas", foi um dos melhores presentes que já ganhei.
     Eu também gostava de escrever umas cartinhas para os meus pais dizendo o quanto eu os amava (que fofura de criança, rs), então a minha mãe mantinha um caderno de recados, onde eu escrevia para eles e eles me respondiam. Nesse caderno eu também gostava de escrever letras de músicas (naquela época eu queria ser cantora).
(veja as imagens a baixo)
     Mas, foi com treze anos que eu comecei a escrever a minha primeira história inspirada pelo livro “O Diário da Princesa” da Meg Cabot. Depois escrevi alguns contos, guiada pelos livros e o universo vampírico de André Vianco.
Com a separação dos meus pais comecei a escrever alguns poemas e aos dezesseis iniciei O Senhor da Luz.


(Uma garota de nove anos um tanto quanto dramática, não? rs. Por favor, ignorem os erros de português.)

3. Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas você procurou abordar?
     O Senhor da Luz – A Saga de Datahriun é o meu primeiro livro.
  O Livro retrata uma garota que saiu de casa, para preencher o vazio que sentia e também como último pedido de seu avô. A missão dela era salvar um mundo em destruição. E como ela faria isso? Reunindo os cincos guardiões das chaves que abrem uma caixa que contém um poder antigo.
    É uma estória sobre sonhos guerras, amizades, tristezas e amor. Destacando a coragem e persistência necessária para vencer grandes desafios.


Sinopse:
EM UMA JORNADA PELO DESTINO DE DATAHRIUN SUAS ASAS SERÃO CAPAZES DE ALCANÇAR A LUZ? Lícia se sentiu muito sozinha quando o seu avô morreu, deixando uma chave e um pedido. Essa chave abria uma caixa muito poderosa, capaz de fazer viver, novamente, um planeta já morto: Datahriun. Porém, ela só poderia ser aberta por cinco chaves. A de seu avô era somente uma delas, e o seu pedido era para que Lícia as reunisse e encontrasse os seus guardiões. Desse modo, eles poderiam fazer o que ninguém havia feito antes. O Senhor da luz é uma estória sobre sonhos, guerras, amizades, tristezas e amor. Uma saga insana pela recuperação de Datahriun, onde vivem criaturas misteriosas com poderes fantásticos. Um lugar onde a magia é somente o começo!


Marcelo Hipólito e "O Mago de Camelot"

Olá, pessoal! Mais uma entrevista fantástica cedida para o blog. Que tal adentrar pelo cenário criado por Marcelo Hipólito e conhecer, ou redescobrir, Merlin - o homem mais influente da Idade das Trevas?
Está esperando o quê?! 


Sobre...

O autor...
- Marcelo Abrunhosa Hipólito
- Pseudônimo: Marcelo Hipólito
  
MARCELO HIPÓLITO é um escritor brasileiro, nascido em São Paulo. É autor dos romances O Mago de Camelot: a saga de Merlin para coroar um dragão (Novo Século, 2013), Osíris: deus do Egito (Marco Zero, 2009) e Lúcifer: o primeiro anjo (Marco Zero, 2006).

Hipólito participa das antologias Fiat Voluntas Tua (Multifoco, 2009) e Metamorfose: a fúria dos lobisomens (All Print, 2009). Além disso, é autor do e-book Dullahan: os cavaleiros sem cabeça (Navras Digital, 2013) e coautor de diversos contos publicados em língua inglesa, nos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha, dentre os quais se destaca Eternal Grief, indicado para melhor conto de horror nos Estados Unidos, em 2003, pelo Preditors & Editors Readers Poll.

Hipólito é também diretor de três filmes de curta-metragem de ficção, roteirista de cinema e produtor de teatro.

- Links de páginas ou sites para visitar:









 Booktrailer




Entrevista...

1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.  
Não, mas gosto de dar entrevistas. É uma forma bem interessante de se comunicar com seu público.

     2. Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência. 
    Por volta dos doze anos, tive uma professora de português que me incentivou a escrever. Foi a primeira pessoa a enxergar que eu tinha algo a oferecer como escritor.

      3. Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas procurou abordar? 
    Sou autor dos romances O Mago de Camelot: a saga de Merlin para coroar um dragão (Novo Século, 2013), Osíris: deus do Egito (Marco Zero, 2009) e Lúcifer: o primeiro anjo (Marco Zero, 2006). Além disso, escrevi o e-book Dullahan: os cavaleiros sem cabeça (Navras Digital, 2013). Sou também coautor de diversos contos publicados em língua inglesa, nos Estados Unidos, Reino Unido e Espanha, dentre os quais se destaca Eternal Grief, indicado para melhor conto de horror nos Estados Unidos, em 2003, pelo Preditors & Editors Readers Poll. As capas e maiores informações sobre os livros, você encontra em meu site: www.marcelohipolito.com
    Gosto de escrever sobre temas épicos, recheados de mitologia, história e fantasia. Pesquiso muito um tópico, antes de começar a escrever sobre ele.



Sinopse:

De uma infância pobre e sofrida à irresistível ascensão aos salões dos grandes reis; de um começo sem esperanças ao despertar de um poder inigualável e temido, Merlin vem a se tornar o homem mais influente da Idade das Trevas. Confidente supremo do rei Artur e maior conselheiro da corte de Camelot. Misterioso e enigmático. Amado e odiado. Druida, monge e mago. Na Britânia do Século V da Era Cristã – abandonada pela queda do Império Romano à barbárie dos invasores saxões –, Merlin surge para impor um novo tipo de rei a um povo abatido e desesperado, alterando, para sempre, não apenas o destino dos britânicos, mas de toda a humanidade. A saga de um homem determinado a erigir uma civilização de paz e justiça numa terra devastada pelo caos e pela guerra irrompe em uma aventura épica e brutal que equilibra realismo duro com doses amargas de magia.


13 de janeiro de 2014

[Entrevista] Luiz Henrique Mazzaron e seu livro "Máscara".

Olá, leitores! Trago à vocês mais uma parceria do projeto Escritores inciantes dessa vez com o autor Luiz Henrique Mazzaron. Que tal conferir um pouco mais sobre seu trabalho e incentivos para escrever o livro Máscara - A vida não é um jogo?
Então, deliciem-se com a entrevista que ele cedeu ao blog.



Sobre...

O autor:
- Luiz Henrique Mazzaron, 19 anos;
- Reside em Santo André - SP;
- Assina seus livros como: LH

Sou estudante e pretendo cursar Medicina. Amo filmes de terror e livros dos mais diversos gêneros.

 - Links de páginas para seguir: 
Facebook: Máscara - A vida não é um jogo



Entrevista

 1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog?
  Não, já dei entrevistas para outros blogs. Foram poucas, mas muito divertidas!

2.  Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
 No começo do colegial, minha professora de redação começou a elogiar muito minhas redações, o que me deu a vontade de tentar escrever algo que ia além de uma simples narração ou dissertação. E, depois de ler E Não Sobrou Nenhum, da Agatha Christie, não pude me conter e comecei a escrever.

3.  Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas você procurou abordar?
     Já escrevi três livros, só que apenas o primeiro foi editado, que no caso seria Máscara – A vida não é um jogo, publicado pela Novo Século. Nele, procurei abordar uma trama que fizesse o leitor mergulhar num mundo diferente e hostil, onde misturo terror, suspense, aventura e ficção. Também procurei apresentar personagens fora do convencional e com personalidades diferentes entre si.


Sinopse:
No mundo de Domus, a morte é a moeda que alimenta o jogo. E a verdade pode custar a vida. Liam é um garoto que viveu por muito tempo isolado devido aos constantes castigos do sádico tio, um carrasco ex-militar. Porém, inesperadamente, surge uma entidade maléfica, uma figura das trevas trajando uma máscara, e passa a o perseguir, levando-o a participar de um jogo num mundo surreal, chamado Domus. Junto a um grupo, Liam parte para uma experiência alucinante, em que os pecados da humanidade serão colocados em xeque, como numa espécie de julgamento. Um combate onde o principal objetivo do adversário é mostrar o quão odiosa é a raça humana… Mas ainda há muitos mistérios que rodeiam este intrincado jogo. Por qual motivo a criatura possui tamanha obsessão por ele? E vale a pena prosseguir, já que a morte é a única certeza?

1 de novembro de 2013

[Entrevista] A fantástica história contada por L T R Stocco.

Como disse tenho várias coisas para postar e tenho mais uma entrevista, esta um tanto mais especial porque a Lívia é francana, da minha cidade! Foi uma coincidência encontrá-la, já que ganhei seu livro de presente e fiquei felicíssima de saber que tem mais pessoas que curtem livros por aqui. Fiquei de cara, mundo pequeno...
Enfim, segue abaixo a entrevista e tenho o maior prazer de divulgar esta autora talentosa e seu livro!

Sobre...

A autora:
Minha foto- Lívia Taisa Rolim Stocco, 28 anos.
- Reside em Franca - SP.
- Pseudônimo: L T R Stocco

Francana, filha de mãe professora e pai corretor e pintor, formada em design gráfico em 2005 e, atualmente, terminando licenciatura em artes. Sou gerente escolar do estado de São Paulo e pretendo lecionar artes no próximo ano. Apaixonada por artes, por cachorros, pela natureza, por aprender, por histórias e pela vida.

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Entrevista...

1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.
Sim, é a primeira entrevista.

2.  Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
Talvez por pertencer a uma família de escritores/professores/artistas (avô e avó poetas, além de tios escritores, mãe professora, pai desenhista), fui incentivada desde cedo a ler e a desenhar. Sempre fui fascinada por histórias de aventura e fantasia, independente da forma como são contadas. Quando as histórias acabavam eu queria que aquele mundo de imaginação continuasse, então comecei a elaborar histórias e aventuras para satisfazer essa necessidade. Até pouco tempo atrás minha mãe ainda tinha guardado com ela um pequeno livreto que escrevi e desenhei aos 4 anos, sobre um menino que recebia a visita de alienígenas chamados “trilares”, que tinham a cabeça em forma de triângulo. Claro, não passavam de 4 ou 5 páginas desenhadas à lápis e pintadas, mais ou menos, com lápis de cor.
A história que preenche as páginas do meu primeiro livro lançado iniciei quando tinha apenas 11 anos e, a princípio, me inspirei em um desenho animado e comecei a desenhar quadrinhos, mas, como ainda era muito nova e imatura. Logo, o enredo se tornou muito longo para caber no gibi de uma meninota e, aproveitando as páginas cor-de-rosa de um diário que tinha ganho, decidi que  seria mais apropriado passar a história para a forma escrita. A experiência foi tão prazerosa que decidi continuar a escrever, e reelaborei aquela mesma historinha ao longo dos anos, até se tornar o que hoje se tornou “A fantástica história do Mundo de Bhardo”.

3.  Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas procurou abordar neles?
Até o momento tenho cinco livros completos e alguns projetos iniciados. Todos os que já terminei tratam de histórias ambientadas no fictício Mundo de Bhardo: “Octoforte e os Objetos Supremos Parte I e Parte II” conta a história de sete sentinelas que precisam encontrar sete objetos mágicos poderosos para conseguirem voltar para casa; “Ártemis” que conta a vida da misteriosa bruxa Ártemis Caçadora, personagem secundária em Octoforte; “O Tesouro de Caularom” e “A Pedra e Mavhtus”, que contam as histórias do surgimento das jóias que dão título às histórias, que são dois dos sete tesouros mágicos que os jovens de “Octoforte” cruzam o mundo para buscar. Todos falam sobre a amizade, lealdade e coragem diante de desafios que parecem insuperáveis, em um ambiente de fantasia com muita aventura e ação.

A fantástica história do Mundo de Bhardo
Sinopse:
O que você faria se um poderoso feiticeiro trancasse com magia o portal para sua casa? Até onde você iria para conseguir o poder para desfazer esse sortilégio? Você cruzaria seu mundo através de sombras e de perigos, só para rever aqueles a quem você ama? Nesta aventura, sete jovens sentinelas da decadente Octoforte terão que superar seus medos e diferenças para cruzar o sombrio Mundo de Bhardo e conseguir reunir os Objetos Supremos, cujo poder é a única esperança que eles têm para desfazer a magia do misterioso bruxo Zebarãn. Mas ir contra os desígnios desse feiticeiro pode ser muito mais perigoso do que eles imaginam…

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