18 de agosto de 2013

'Azar o seu' se não ler.

Sobre...


A escritora:
- Carol Sabar, 29 anos.
- Reside em Juiz de Fora - MG.
- Assina seus livros com seu nome: Carol Sabar.

Sou engenheira de produção, formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. E escritora! Amo letras e números.

- Links de blogs e site para seguir ou visitar: 
Sou viciada em blogs de literatura e, por isso, é muito difícil escolher somente alguns. Então adotei o critério de indicar os blogs que sigo há mais tempo. Garota It, Literalmente Falando, Cabine Literária

Para quem quiser acompanhar seu trabalho Carol Sabar.

Entrevista...

1.  Esta é sua primeira entrevista a algum blog.
Não. Desde que publiquei meu primeiro livro,“Como (quase) namorei Robert Pattinson”, em 2011, dou entrevistas para blogs semanalmente. Agora, com o lançamento do meu segundo livro, “Azar o seu!”, o movimento aumentou ainda mais! Estou muito feliz com esse retorno.

2. Quando você teve a ideia de começar a escrever houve algum motivo especial para isso, alguém da família que já escrevia ou te incentivava a ler, ou você só queria colocar algumas ideias no papel? Conte-nos um pouco sobre sua experiência.
Eu sou engenheira e comecei a escrever para me distrair. Eis que de repente uma boa ideia para um livro surgiu, eu me apaixonei por ela, e mergulhei de cabeça no processo criativo. Atualmente levo uma vida dupla de engenheira/escritora.

3.  Quantos livros você já escreveu e em geral quais temas você procurou abordar neles?
Já publiquei dois livros. “Como (quase) namorei Robert Pattinson” e “Azar o seu!”. Todas as informações, como capa, preços, sinopses, você encontra no meu site, www.carolsabar.com.br.

Sinopse:
     "Quando abro os olhos, ali estou eu. Deitada de bruços na areia da praia. E Robert Pattinson está passando óleo bronzeador nas minhas pernas". Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Já perdeu a conta de quantas vezes leu os livros da série e assistiu aos filmes. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs do Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Sua obsessão ganha fôlego com uma temporada de estudos em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Percebe, então, que uma mudança radical em seu comportamento “crepuscólico” é mais do que urgente. O que ela não esperava era conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson! Apaixonante, lindo, rico, misterioso e ambíguo, Miguel acaba se tornando um desejo mais inacessível para Duda do que o próprio astro de Hollywood.

Sinopse:
Bia está parada num engarrafamento no Rio de Janeiro, pensando em sua vida azarada. Sem emprego, atolada em dívidas, ela não imagina que está prestes a viver a grande coincidência da sua vida. O motorista do carro ao lado está buzinando, tentando se comunicar com ela, como se fosse um velho conhecido... E ele é! Mas Bia não o reconhece. E como poderia? Ele é um homem, não mais o garoto de dez anos atrás. Está mais encorpado, cortou o cabelo, livrou-se do aparelho nos dentes e das espinhas do rosto, está tão diferente, tão lindo... O motorista sai do carro, mas não tem tempo de se explicar, pois começa um violento tiroteio e eles têm que se jogar lado a lado no asfalto. Certa de que está prestes a morrer, Bia entra em desespero e se prepara para dizer suas últimas palavras, na esperança de que o suposto desconhecido deitado ao seu lado possa levar um recado a Guga, seu amor da adolescência, sem perceber que é ele próprio que está ali, ouvindo a inesperada declaração de amor! Os dois escapam juntos do tiroteio e, a partir daí, começam a se envolver, dia após dia... Guga, sem coragem de assumir sua verdadeira identidade. Bia, fascinada por ele e feliz consigo mesma por finalmente estar se apaixonando por alguém que não é Guga...

4.  Você se inspirou em algum outro autor, ou autora, para escrever seus livros?
Eu me inspiro nas autoras do gênero chick-lit. Meg Cabot, Sophie Kinsella, Paula Pimenta, Carina Rissi e Marina Carvalho são as minhas preferidas.

5.  Foi difícil até que você conseguisse achar uma editora que publicasse seus livros? Como foi sua experiência com os leitores e o retorno que você recebeu após tê-los publicado?
O processo de publicação do meu primeiro livro foi muito rápido. Assim que terminei de revisar o livro, eu selecionei algumas editoras e mandei o original para a avaliação. Foi no meio desse caminho que um editor me encontrou e, através dele, eu conheci a agência literária que me representa atualmente. Depois da agência, veio a Editora Jangada, que topou publicar o “Como (quase) namorei Robert Pattinson” na mesma hora.

6.  Enquanto criava seus personagens se inspirou em algum conhecido, em suas características físicas ou psicológicas? Estou curiosa, aposto que os leitores também, para saber se você tem algum cast em mente para os personagens.
A inspiração depende do personagem. Para criar a Duda, de “Como (quase) namorei Robert Pattinson”, eu me inspirei nas fãs da saga “Crepúsculo”, especialmente nas que gostam do Edward Cullen. Para criar a Bia, de “Azar o seu!”, eu me inspirei nas minhas amigas. Fisicamente, no entanto, a Bia se parece com a Milena Toscano. Já o Guga é uma mistura de John Mayer e Tiago Iorc. A personalidade dele é baseada nos heróis de chick-lit que mais me encantam, heróis que ao mesmo tempo em que são fofos e charmosos, são cheio de defeitos, erram e se arrependem como qualquer pessoa normal.

7.  Está com algum projeto novo em andamento?
Já esbocei meu terceiro livro, mas ainda não comecei a escrever. Estou trabalhando na divulgação do “Azar o seu!”, esperando baixar um pouco a poeira, para mergulhar no processo criativo. A vida de escritor acontece em ciclos. Você escreve na solidão do seu escritório (ou do seu quarto, no meu caso) e depois, quando o livro vai para as prateleiras das livrarias, começa o agito: eventos, entrevistas, o alvoroço dos blogs e das redes sociais... Depois as coisas se acalmam um pouco e daí novamente a solidão do escritório e assim sucessivamente.

*Recado da Carol Sabar para outros escritores...

Escrever é uma questão de amor, mas, principalmente, de prática. Quanto mais se faz, melhor se faz. Por isso, se você quer ser escritor, escreva. E leia muito! Não existe escritor que não goste de ler, que não esteja atento ao que acontece no mundo literário a seu redor, que não devore todos os lançamentos do mesmo gênero que escreve. Por isso leia, escreva, revise, pesquise, pois a inspiração sempre acontece.  

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Se você conhece algum outro escritor novato nos informe para podermos entrar em contato ou lhe envie a entrevista e passe nosso e-mail para que depois possamos publicá-la.  Agradecemos pela colaboração!
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